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Mercado de data centers: oportunidades de investimentos no Brasil

Luis Fernando Deak • 9/30/2022

Atualmente o Brasil é o principal mercado de data centers da América Latina. O aumento da demanda tecnológica e o crescimento da computação em nuvem são alguns dos fatores que impulsionam o mercado. A pandemia de COVID-19 também teve forte influência na transformação digital.

Data Centers

Segundo lista feita pela Data Centre Magazine em 2021, com os dez principais mercados em ascensão, São Paulo ficou em quinto lugar. O Brasil foi o único país da América Latina a entrar no ranking.

Ainda de acordo com a publicação, em 2020 São Paulo recebeu mais de US$ 295 milhões em investimento no setor. Isso mostra que o mercado de data centers no país deve crescer ainda mais nos próximos anos.

O gráfico abaixo mostra os municípios nos quais estão instalados os principais data centers do país:

Data Centers 

Em 2021, de acordo com relatório da Arizton, o Brasil possuía cerca de 17 provedores de data centers em mais de 40 instalações no país, especialmente da Ascenty, Equinix, Scala e Odata, principais players do mercado.

Tudo indica que ao longo dos próximos anos esses números devem crescer e que mais empresas queiram investir no país.

Data Centers

Além disso, há um grande crescimento de tecnologias que exigem data centers, por exemplo, a crescente demanda por serviços em nuvem, cujos provedores optam por data centers externos. Essa é a tendência atual, pois os data centers internos exigem investimentos muito maiores, tanto para sua construção quanto para sua posterior manutenção.

Líderes no segmento:

• AWS
• Microsoft
• Google
• IBM
• Oracle
• Huawei

Um dos atrativos para o setor é o fato de o Brasil ser o país mais populoso da América Latina e atualmente uma das principais economias do mundo. Segundo o ranking da Austin Rating, o país saiu da 13ª posição no 4º trimestre de 2021 para a 10ª em março de 2022, ultrapassando países como Rússia, Coreia do Sul e Austrália.

Um outro ponto relevante é a natureza geomorfológica e geológica do país, que possui baixo risco de desastres naturais se comparado a outros países da América Latina. Além disso, o Brasil possui uma grande extensão territorial, sendo bem conectado através de cabos submarinos, interligando-se a outros países da região, dos Estados Unidos, Europa e África.

O governo brasileiro também está desempenhando um papel significativo no desenvolvimento da infraestrutura de data center local. Além da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que foi implementada em setembro de 2020, forçou muitas empresas a atualizarem seus serviços de criptografia para estender a proteção de dados dos usuários, aumentando a credibilidade no país. O governo encomendou um estudo visando o desenvolvimento de estratégias para implementação de políticas públicas para atração de data centers.

Com a chegada do 5G no país, os investimentos em mais espaços de armazenamento de dados irão crescer consideravelmente, pois haverá um aumento no tráfego de dados gerado pela Internet das Coisas (IoT), realidades virtual e aumentada, Machine Learning (ML), Metaverso, Big Data, entre muitas outras tecnologias.

No entanto, os custos elevados para construção e operação de data centers, em especial a carga tributária, o custo de energia e de importação de equipamentos, são restritores para o crescimento do mercado no país, assim como a incerteza jurídica e regulatória em relação a mudanças nas regras tributárias e setoriais, além da falta de mão de obra qualificada, com o setor de TI enfrentando uma escassez de profissionais nas diferentes expertises requeridas.

Os data centers também precisam integrar a sustentabilidade em suas estratégias, procurando gerar cada vez menos impactos ao meio ambiente. Atualmente, estima-se que somente os data centers consomem entre 1-2% da energia elétrica produzida no mundo. A matriz energética brasileira, especialmente a elétrica, se destaca, por ser em sua maioria renovável.

Os futuros data centers estão sendo projetados e localizados para melhor eficiência. Um bom exemplo disso são Google, Facebook e Amazon, que compraram terrenos na Suécia para a construção de data centers, pois em uma região mais fria são necessários menos recursos para resfriar os servidores. A Microsoft está tomando um caminho bem mais incomum, mas muito promissor, com seu Projeto Natick, que pesquisa as opções de implantação de data centers submarinos.

A demanda por armazenamento de dados certamente não diminuirá e os data centers continuarão se expandindo.

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